Vacinação contra a gripe é prorrogada até dia 22

Dois grupos foram incluídos entre os prioritários: adultos entre 50 e 59 anos e crianças entre 5 e 9 anos; vacinação para este público começa no dia 25 de junho

A campanha nacional de vacinação contra a gripe foi mais uma vez prorrogada. A imunização será realizada agora até o dia 22 de junho. A decisão é baseada principalmente na baixa adesão do público-alvo da campanha. Em todo o país, 77% do público-alvo foi vacinado. O número é considerado baixo, já que a meta de cobertura é de 90% dessa população, o equivalente a 54 milhões de pessoas. Desde o início da campanha, no dia 23 de abril, 42,6 milhões de pessoas foram vacinadas.

Em São Pedro, o índice de vacinação é de 61,22% do público-alvo. Os grupos de maior cobertura são gestantes (80,13%) e puérperas (80%). A Secretaria de Saúde reforça a importância dos grupos, especialmente os de crianças acima de seis meses até 4 anos, 11 meses e 29 dias, e idosos com 60 anos ou mais.

Também são considerados grupos de risco profissionais da saúde, pacientes com doenças crônicas como diabetes, asma e artrite reumatoide, imunossuprimidos, pacientes com câncer que fazem quimioterapia e radioterapia, professores da rede pública e particular e os privados de liberdade.

A partir do dia 25 de junho, mais dois grupos vão poder receber a vacina: adultos entre 50 e 59 anos e crianças entre 5 e 9 anos.

As doses são aplicadas nas UBSs São Dimas e Dorothea e na Umis das 7h às 12h e das13h ás 15h30, de segunda a sexta-feira. A vacina aplicada na rede pública é a trivalente e protege contra as gripes A (H1N1 e H3N2) e um tipo da B.

“A vacinação é o método mais eficaz de evitar a doença que pode causar muitas complicações”, alerta a responsável pela Vigilância Epidemiológica de São Pedro, Gislene Nicolau.

PROTEÇÃO – Entre os muitos mitos que cercam a vacinação contra a gripe está o que indica que a dose provocaria a doença. “A vacina não provoca a gripe em quem toma a dose, já que é composta apenas de fragmentos do vírus que causam a devida proteção, mas são incapazes de causar a doença”, explica a diretora de Imunização da Secretaria Estadual da Saúde, Helena Sato.

Diferente do que muitos acreditam, a vacina não faz mal para o bebê em casos de gestantes, mas pelo contrário, o bebê fica protegido quando a mãe é vacinada.

Além da vacinação, cuidados com a higiene podem ajudar a população a se prevenir. Lavar e higienizar as mãos com frequência, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir nariz e boca ao espirrar ou tossir, evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca, não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres e pratos, e manter os ambientes bem ventilados são algumas das medidas sugeridas pelo Ministério da Saúde.

 
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