Saúde fará cinco arrastões contra a dengue

A equipe tirou muitos entulhos pesados das residênciasOs moradores dos bairros colaboraram com as equipes e abriram seus portões para retirarem os entulhos que acumulam água   Para evitar novos casos de dengue, a Secretaria de Saúde de São Pedro, por meio da Vigilância Epidemiológica, vai reforçar as ações de prevenção à doença e realizar cinco arrastões, sempre aos sábados, a partir do dia 14, até o dia 12 de dezembro. No período das 8h às 12h, os agentes vão recolher materiais que podem se transformar em criadouros e fazer vistorias nas casas, tudo para evitar novos focos e criadouros do mosquito Aedes aegipty, transmissor da dengue. Em 2015 foram registrados em São Pedro, até o dia 9 de novembro, 387 casos positivos da doença. O principal objetivo dos arrastões é evitar novas incidências, especialmente no Verão, quando o número de casos costuma aumentar. No dia 14, as equipes da Vigilância Epidemiológica vão percorrer os bairros Recanto, São Judas, Vila Baltieri, Vila Pindanga e Jardim Cássio Paschoal Padovani. “É importante que a população deixe separado, e de preferência nas calçadas, o material que vai ser descartado, especialmente aqueles que podem acumular água, como garrafas e pneus”, afirma Gislene Nicolau, coordenadora da Vigilância em Saúde. Ela pede também que a população facilite a entrada dos agentes nas residências. No dia 21, o arrastão será nos bairros Dorothea, Mariluz I, II e III e Nova Estância. Já no dia 28, serão percorridos os bairros São Dimas, São Thomé e Horto Florestal.  No dia 5 de dezembro, as equipes estarão nos bairros São Benedito, Santa Cruz e Jardim São Pedro e no dia 12 de dezembro, no Theodoro de Souza Barros e Bela São Pedro. BAIXO RISCO – A Avaliação da Densidade Larvária, levantamento que tem como objetivo identificar a infestação de larvas do mosquito Aedes aegipty , feita em julho pela equipe de Controle de Endemias apontou baixo risco de epidemia na cidade. O Índice Breteau (IB), que define a quantidade de insetos em fase de desenvolvimento nas habitações humanas, foi de 0,8. O número menor que 1 é classificado como tolerável; de 1 a 3,9, situação de alerta; e superior a 4, risco de surto. Para calcular este índice, a equipe visitou 625 imóveis distribuídos por todas as regiões da cidade, vistoriando as residências e verificando a existência de possíveis criadouros do mosquito, assim como coleta de larvas, quando encontradas. Com o levantamento também foi possível identificar os principais materiais que servem de criadouros para o mosquito em São Pedro. Os mais encontrados foram pratos e pingadeiras para vasos de plantas; latas, frascos e garrafas; baldes; bebedouros de animais; pneus e calhas. Os bairros onde os agentes de endemias encontraram larvas em algumas residências foram São Judas, Recanto, Vila Nova, Centro, Mariluz I, Santa Cruz, Nova São Pedro I e São Dimas.   Apesar do índice baixo, o trabalho de prevenção foi mantido. “A colaboração da população é fundamental”, destaca Matheus de Melo Murbach, veterinário do Controle de Endemias. Ele destaca também a importância de receber bem os agentes, permitindo sua entrada na residência, ouvindo suas instruções e aproveitando para tirar dúvidas.
  • Publicar no Facebook
  • Publique um Tweet no Twitter
  • Enviar por e-mail
  • Copiar URL curta
  • Imprimir
  • Comunicar erros
VLibras botão
Acessibilidade com Libras

VLibras

O conteúdo da Prefeitura de São Pedro pode ser traduzido para a LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) através da plataforma VLibras.

Clique aqui (ou acesse diretamente no endereço - http://www.vlibras.gov.br/) e utilize a plataforma.