Nove de Julho terá solenidade e homenagens

    A Prefeitura de São Pedro e a Câmara Municipal de Vereadores preparam homenagem aos combatentes de 9 de julho, data em que se celebra a chamada Revolução Constitucionalista. Um monumento com os nomes de pessoas que nasceram ou viveram em São Pedro e desempenharam papel de destaque na Revolução de 32 será transferido da praça localizada próxima à Rodoviária para a praça Adolpho Bonifácio Bragaia, em frente ao Fórum. Outra novidade é a instalação de uma placa com nomes de outras nove pessoas que de alguma forma atuaram no combate e tem relação com São Pedro: Ari Soares da Silva, Augusto Vieira Filho, Genésio Palmeira, Iguatemi de Castro, Henrique Gritti, José Manuel Vicente, José Marques, Sebastião Marcondes César, Bento de Almeida Campos. Maria Aparecida Fracasse de Barros, que integra comissão que fez levantamento histórico sobre os são-pedrenses que participaram do movimento, conta que vários fatos importantes foram identificados neste estudo que também tem participação ativa de João Francisco de Aguiar, responsável pela criação de um blog que reúne informações sobre o movimento e seus efeitos em São Pedro. Segundo a publicação, por São Pedro foram 36  alistados, sendo 27 natos. “Entre os enviados, um faleceu em combate ao socorrer um amigo baleado e por esse ato de bravura é o expoente deste grupo de heróis: José Augusto Frota Escobar,” destaca Aguiar no blog, que informa também que 16 colaboradores locais atuaram na retaguarda do movimento. Na solenidade da próxima quarta-feira, que tem início às 10h, além do descerramento da placa haverá apresentação de poesia de Gustavo Teixeira e alguns familiares dos homenageados. O Tiro de Guerra também participa da solenidade. A realização do evento é da Secretaria de Turismo, Cultura, Esportes e Lazer HISTÓRIA - A Revolução Constitucionalista de 1932 é um dos maiores conflitos civis e um dos mais importantes acontecimentos políticos da história do Brasil. Ocorrido em São Paulo, o movimento tentou impedir a continuação do governo provisório de Getúlio Vargas, instaurado em 1930. Os revolucionários exigiam uma nova Constituição e eleições presidenciais. Foram três meses de conflito. A reivindicação central do movimento era a destituição do governo provisório de Getúlio Vargas, que dois anos antes assumira o poder no país, fechando o Congresso Nacional e abolindo a Constituição. O levante é chamado de “constitucionalista” porque São Paulo pedia a promulgação de uma nova constituição federal. A  revolução recebeu apoio de vários setores da sociedade paulista. Estudantes, intelectuais, políticos ligados à República Velha ou ao Partido Democrático pegaram em armas durante os três meses de luta.
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