Mutirão de catarata será neste sábado

imagemG_3876_2888 imagemG_3875_2888 Em São Pedro, pelo menos 124 pessoas passaram por avaliação médica na última segunda-feira, 4, para saber se precisavam participar do segundo mutirão de cirurgias de catarata, que acontece no neste sábado, 9, no Centro Cirúrgico do Hospital Beneficente São Lucas. Dos pacientes atendidos na Sala Oftalmológica da Unidade Mista e Integrada de Saúde (Umis), 50 devem fazer a cirurgia nesta etapa. Os procedimentos serão feitos por ordem de chegada, a partir das 7 horas. Todos vão receber gratuitamente o kit pós-cirúrgico. Conforme a secretária de Saúde e Desenvolvimento Social, Miriam de Souza e Silva, que também acompanhou as avaliações, a ação atenderá pacientes de São Pedro, Santa Maria da Serra e Charqueada. “A previsão é fazer 31 cirurgias no primeiro olho de quem foi avaliado nesta semana e mais 18 do segundo olho de quem fez a cirurgia em setembro”, explicou Miriam. Dos 124 pacientes atendidos no período das 13 às 20 horas, com idade entre 60 a 85 anos, 55 tiveram o diagnóstico confirmado. “Temos pessoas que serão encaminhadas para um hospital que tenha U.T.I, por conta de problemas com diabetes e hipertensão, e o restante foram casos de glaucoma ou simplesmente a falta do uso de óculos”, informou Selma de Fátima Milani, responsável pela unidade. De acordo com o cirurgião responsável pelas avaliações e também pelas cirurgias do mutirão, o oftalmologista Rafael Guena de Camargo, a catarata é a perda da transparência da lente natural do olho. Chamada de cristalino, essa lente é responsável pelo foco e nitidez da imagem. “Catarata não é uma doença. Trata-se da opacidade parcial ou total do cristalino, que acaba causando a diminuição da visão. Com a cirurgia, que dura em média de 20 minutos, o paciente tem essa lente natural retirada e recebe uma nova, chamada de lente intraocular dobrável”, explicou Camargo. O oftalmologista disse que tanto a avaliação como acompanhamento pós-cirúrgico, devem ser feitos pelo mesmo médico que realiza a cirurgia. “O paciente precisa sentir confiança no profissional que irá operá-lo. Além disso, se não houver um acompanhamento pós-operatório bem feito, a pessoa pode até perder a visão”. Há dois anos com catarata, a aposentada Therezinha Momesso, de 83 anos, comemorou a oportunidade. “A gente acaba deixando o tempo passar e não corre atrás da cirurgia. Quando li no jornal que teria esse mutirão, fiquei feliz por saber que posso operar na própria cidade”, declarou. O aposentado Helio Soares Monteiro, de 81 anos, também aproveitou. “Há quase cinco anos que fiz a cirurgia no olho direito. Desde então, estava aguardando uma vaga lá Piracicaba para fazer no outro olho. Agora tenho a chance de fazer em São Pedro mesmo”.
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