Investimento na saúde até agosto é de R$ 17,7 milhões

Até agosto, os recursos destinados para a saúde em São Pedro somam R$ 17,7 milhões.  O maior volume foi para a assistência hospitalar – R$ 10,2 milhões, seguido pela atenção básica (R$ 6,7 milhões), Vigilância Sanitária (R$ 403,6 mil), Vigilância Epidemiológica (R$ 219,7 mil) e suporte profilático e terapêutico (R$ 32,2 mil). O percentual de recursos municipais destinados à saúde é de 29,5%, quase o dobro dos 15% determinado pela legislação.

Os números foram apresentados na audiência pública da Saúde, realizada na quinta-feira, 28, na Câmara Municipal, com apresentação de dados do 2º quadrimestre do ano. A secretária de Saúde, Miriam Silva, o coordenador da atenção básica, Leandro Sanches e a coordenadora da Vigilância em Saúde, Gislene Nicolau dos Santos, mostraram dados referentes aos atendimentos realizados em todas as unidades de saúde do município.

Na Umis (Unidade Mista e Integrada de Saúde), por exemplo, foram realizadas entre maio e agosto, 9.828 consultas. No mesmo período foram feitos 1.222 exames de alta e média complexidade. No laboratório municipal foram realizados 35.423 exames de 4.782 pacientes.

Outro número que chama a atenção é o de usuários atendidos na Farmácia Municipal: 10.896 e mais 4.752 no alto custo. Com a descentralização da dispensação de medicamentos, usuários foram atendidos também nas unidades: 3.761 na UBS São Dimas. 1.570 no Dorotea, 881 no Bela São Pedro, 504 no Alpes e 263 na unidade localizada no bairro Santo Antonio.

Mais uma vez chamou a atenção o número de faltas a consultas: 25,22% no Centro de Saúde Bucal, 16,9% às sessões de fonoaudiologia e Terapia Ocupacional e 26,7% nas consultas realizadas nos Ames (Ambulatório Médico Especializado). O vereador Robinho, único parlamentar que acompanhou a audiência, lembrou que os Ames possuem um sistema de aviso sobre a data da consulta que inclui aviso por mensagem de celular e telefonema.

A secretária de Saúde destacou que o alto número de faltas prejudica os próprios pacientes, que voltam para o final da fila de espera por consulta, além de ficar sem o atendimento e impedir o atendimento de outra pessoa.

CIRURGIAS – Outro destaque na audiência foi o número de cirurgias realizadas no Hospital Beneficente São Lucas entre maio e agosto: 662. Destas, 453 foram classificadas como geral, 81 oftalmológicas, 59 ginecológicas, 58 vasculares e 11 na área de otorrinolaringologia.

Desde julho, o Hospital Beneficente São Lucas integra o programa Pró-Santa Casa II, que oferece auxílio mensal fixo para compensar o déficit que essas instituições têm com a tabela de procedimentos do SUS (Sistema Único de Saúde), definida pelo Ministério da Saúde, além de aperfeiçoar a organização regional da assistência hospitalar e o acesso da população aos recursos hospitalares de saúde. 70% da verba é repassada pelo Estado e o restante é contrapartida do município.

Para definir as entidades que vão receber estes recursos, a Secretaria Estadual de Saúde leva em conta dados como atendimento regional ou microrregional relevantes. Entre os resultados esperados para este investimento estão aumento da resolutividade regional e  diminuição da demanda reprimida, com a diminuição das filas e tempo de espera para a realização da cirurgia.

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