Hospital São Lucas recebeu R$ 53 milhões de investimentos em 6 anos

Completamente reformado e com novo centro cirúrgico com 3 salas, o hospital se prepara faz obras para abrigar tomógrafo

Ao longo dos seis primeiros anos de mandato, o prefeito Helinho Zanatta deixou clara a prioridade pela saúde: de 2013 até o fim de 2018, mais de R$ 66 milhões foram aplicados em veículos, ambulâncias, construções, reformas, equipamentos, além da compra da área do prédio do Hospital Beneficente São Lucas, a Santa Casa, e sua reforma.

A meta era recuperar a área mais degradada dentre os serviços essenciais do município, prestando atendimento básico de qualidade, ampliando a rede, sem perder o objetivo de trazer de volta a Santa Casa ao seu pleno funcionamento.

Prova disso é que, dos R$ 66 milhões investidos em obras, repasses e equipamentos, R$ 53 milhões foram para o hospital. Os repasses somam quase R$ 48 milhões para a administração desta unidade de saúde, valores que incluem as obras, reformas, ampliações, aquisições de equipamentos, contratação de médicos especialistas e também o custeio das atividades e mais R$ 5 milhões investidos apenas na melhoria das instalações e equipamentos, como a ampliação do centro cirúrgico, que agora tem três salas, a compra dos novos equipamentos do Centro de Diagnóstico por Imagem e a instalação do novo Laboratório de Análises Clínicas.

A recuperação da filantropia do hospital é uma das importantes ações desta fase, medida que permitiu a assinatura de convênios diretamente entre o Hospital São Lucas e o Governo Federal, garantindo R$ 4,2 milhões em recursos. “Sem a condição de filantropia e os documentos todos em dia e em ordem, esses repasses não poderiam ser feitos, e nós teríamos perdido grandes volumes de recursos e muitas melhorias no nosso atendimento, como é o caso da compra do arco cirúrgico e do tomógrafo”, destacou Miriam Silva, secretária de Saúde e interventora do Hospital.

A aquisição de novos equipamentos e a reposição dos equipamentos que estavam em estado completo de sucateamento também demandaram grandes investimentos ao longo destes seis anos: foram quase R$ 8 milhões.

ATENDIMENTO DESCENTRALIZADO - As obras que garantiram a reforma das unidades básicas, a construção de três novas UBSs, além de outras duas que ainda não foram inauguradas – o que totalizará oito pontos de atendimento básico descentralizado, além da UMIS – entram na conta dos investimentos diretos em obras, reformas e ampliações: mais de R$ 5 milhões. Também estão nestes valores as obras do Centro de Saúde Bucal, do novo Centro Especializado em Reabilitação, da instalação do Centro de Apoio Psicossocial, e as unidades de atendimento do Programa de Saúde da Família, que só foram possíveis com essa descentralização do atendimento, prevista na Agenda 25 e levada muito a sério como programa de governo do prefeito Helinho Zanatta.

“Melhorar a Atenção Básica e descentralizar o atendimento foram ações apontadas na Agenda 25, e isso é investimento em qualidade de vida para a nossa população, e precisa ser encarado como prioridade. Nós ultrapassamos o índice exigido para a Saúde em nosso Orçamento em todos os anos, não porque é uma imposição, mas porque investir em Atenção Básica, em Saúde da Família é investir em prevenção, garantindo melhores condições de vida para nossos cidadãos”, finaliza Helinho Zanatta.

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