Grupo Cativeiro faz reflexão sobre Dia da Consciência Negra

imagemG_3891_2899 imagemG_3890_2899 imagemG_3889_2899 imagemG_3888_2899 imagemG_3887_2899 Os sons do pandeiro, do berimbau, do atabaque e do agogô tomaram conta da Praça Gustavo Teixeira na manhã do feriado de quarta-feira (20). Por meio desses instrumentos, cerca de 40 integrantes do Grupo Cativeiro de Capoeira de São Pedro comemoraram o Dia da Consciência Negra com uma animada roda de samba e capoeira. Com iniciativa da Secretaria de Turismo, Cultura, Esportes e Lazer, a apresentação de aproximadamente 1h30 também contou com uma roda de conversa para refletir sobre a importância de Zumbi dos Palmares para sociedade brasileira. “Além de mostrar que a capoeira é uma forma de resistência à Cultura desse país, e que é uma dança usada para o lado do bem, quero que todos conheçam a história desse líder do Quilombo dos Palmares. Estudem, leiam livros e entendam realmente o motivo de estarmos comemorado essa data tão importante para sociedade negra do Brasil”, sugeriu o contramestre Fofão. Entre capoeiristas das cidades de São Pedro, Charqueada, Torrinha e Piracicaba, o Grupo Cativeiro lembrou-se das lutas dos escravos que se abrigaram no quilombo, localizado na Serra da Barriga, em Alagoas, para fugir do trabalho pesado, da fome e dos maus-tratos recebidos pelo homem branco. “Há quem dica que o fim da escravidão no Brasil tenha começado com a princesa Isabel, mas eu digo que começou com Zumbi dos Palmares, que morreu por buscar melhores condições de vida para seu povo”, acrescentou o professor. Atenta à roda de conversa, a aposentada Graciete de Lima, de 72 anos, contou que caminhou mais de 30 minutos para assistir a apresentação. “Eu fiz questão de participar desse evento. Além de comemorar esse dia marcado pela luta contra o preconceito racial, eu adoro dançar. Não ia perder essa roda de samba de jeito nenhum”, disse dona Graça, como é conhecida. A pouca idade também não impediu a pequena Luara Rita, de 1 ano e 5 meses, de participar da roda de capoeira. Filha do contramestre Fofão, a menina não se intimidou na hora em que o grupo iniciou as atividades. “Olha que linda. Tão pequena e já está numa roda de capoeira. Acho muito importante esse tipo de manifestação cultural”, disse a dona de casa Maria Alice Frias. No final da programação, a Prefeitura ofereceu um lanche no Museu Gustavo Teixeira para todos que acompanharam o Grupo Cativeiros. “Faço questão de agradecer a Prefeitura Municipal e a Secretaria de Turismo. Durante esses 15 anos que estamos aqui na cidade, essa foi a primeira vez que recebemos um convite para participar de um evento numa data tão importante como esta”, declarou o capoeirista. Fotos: Daniella Oliveira/Prefeitura de São Pedro
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