Exposição ajuda artista a "matar a saudades" do Brasil

[caption id="attachment_6043" align="alignnone" width="199"]Marc recepcionou quem foi ao museu na abertura da exposição O artista plástico e restaurador italiano Marc Aghemio[/caption] [caption id="attachment_6045" align="alignnone" width="300"]O artista mostrou ao prefeito as obras e explicou sobre algumas delas O prefeito Helinho Zanatta foi à abertura da exposição[/caption] [caption id="attachment_6046" align="alignnone" width="300"]Prefeito Helinho Zanatta, Marc, Sandra e Clarissa Prefeito Helinho Zanatta, Marc Aghemi, a coordenadora de Cultura Sandra Golinelli e a secretária de Turismo Clarissa Quiararia[/caption] [caption id="attachment_6044" align="alignnone" width="300"]Muitas pessoas prestigiaram a exposição Várias fotos em preto e branco podem ser vistas na exposição[/caption]   [caption id="attachment_6047" align="alignnone" width="300"]Um pianista ficou tocando para quem prestigiou a abertura da exposição O pianista Beto Nunes apresentou-se na abertura da exposição[/caption]   Marc Aghemio nasceu na Itália, mora na França e já conheceu muitos países, mas o Brasil desperta um sentimento especial neste artista plástico e restaurador que viveu de 1962 a 1976 em São Paulo. “Minha pátria do coração é o Brasil. Vivi muitos momentos bons aqui”, disse na abertura da exposição “Memórias de uma ausência”, na última sexta-feira, dia 10, no Museu Gustavo Teixeira, em São Pedro. Depois que mudou-se de São Paulo, já voltou nove vezes ao Brasil, a última vez há oito anos. “Revi muita gente e matei um pouco a saudade que aperta o peito”, contou. A exposição no Museu Gustavo Teixeira foi agendada após o contato de uma amiga de infância de Marc, Silvia Baltieri, moradora de Águas de São Pedro. “Vim à exposição do José Walter Taborda e fiquei encantada. Sabia que o Marc queria fazer uma exposição no Brasil e conversei com a Sandra, que prontamente providenciou tudo”, contou, referindo-se à coordenadora de Cultura, Sandra Golinelli. O prefeito Helinho Zanatta, que foi ao Museu no dia da abertura, conversou com o artista que exibe no Museu trabalho de várias fases. Há trabalhos feitos com máquina digital e analógica, muitas fotos em preto e branco, além de pinturas e resultados de restaurações de trabalhos dos séculos 16, 17, 18 e 19. Entre os lugares retratados nas fotos estão a ponte Neuf, em Versailles, o cemitério de Passy,  a ponte das Arts, ambos em Paris, o obelisco de Salvador e diversos lugares da Itália. A exposição organizada pela Coordenadoria de Cultura de São Pedro integra programação de mostras agendadas até o final do ano no Museu Gustavo Teixeira. Para a coordenadora Sandra, a mostra “é um atrativo a mais para que as pessoas frequentem o Museu e possam admirar diferentes tipos de arte”.  Até dezembro deste ano estão programadas exposições de artistas de variados estilos no Museu. SERVIÇO – “Memórias de uma ausência”, com trabalhos do artista plástico e restaurador Marc Aghemio. A exposição pode ser vista de terça a sexta-feira das 9h às 17h e aos sábados, domingos e feriados das 9h às 13h. Entrada franca.  
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