Educação e Saúde orientam mães sobre cuidados com rotavírus

Washing Hands  Higienização e prevenção são importantes para manter o bem estar de todos   Depois de algumas crianças apresentarem vômitos e diarreia, a Secretaria de Educação, com apoio da Vigilância Epidemiológica, está orientando as mães de alunos da rede municipal com filhos que apresentam os sintomas sobre como prevenir e tratar este quadro viral.   A CEMEI Halina Buba Baldon, no bairro Nova Estância, foi o local que concentrou o maior número de casos. “Tivemos um total de 36 crianças com os sintomas, mas apenas duas foram diagnosticadas com o rotavírus”, destacou a secretária de Educação, Cléia Rivero.   De acordo com a secretária, após estes casos, a escola passou por uma higienização com Lisoform (que está sendo substituído por hipoclorídrico), álcool gel e álcool 70. “Nossa preocupação é que outras crianças e os próprios funcionários e professores não entrem neste quadro viral”, informou.   O médico Benedito Marcos Rahal Farhat explicou que a contaminação pode ter ocorrido na escola, mas o foco pode ter vindo de fora, de uma criança infectada. “Não temos como afirmar, mas o ambiente pode ter sido contaminado após a                  o vírus em alguma criança. O rotavírus não pega no ar, mas quando crianças levam a mão ou brinquedos na boca com o vírus. Esta é uma doença altamente contagiosa e a duração é de apenas alguns dias”, disse o médico.   Sem a necessidade de suspender as aulas, as equipes da Educação e da Vigilância Epidemiológica estão orientando as mães como colaborar em casa para que a criança não transmita para a própria família o vírus. “Estamos ensinando como manusear os utensílios e os alimentos dentro de casa. Isso é importante para que todos estejam cientes que o importante é prevenir outras contaminações”, garantiu Cléia.   De acordo como o médico Farhat, a importância da higienização geral garante a não proliferação do vírus. “Os casos acontecem geralmente no Verão, mas podem acontecer também em qualquer outra época do ano, principalmente em locais de aglomeração como escolas, creches, quartéis entre outros. O contágio é através de água e alimentos contaminados, ou ainda depois de alguém contaminado passar a mão na boca e depois segurar um objeto ou até uma maçaneta de porta. A transmissão não vem do ar, é bom lembrar”, destacou.   Neste sábado, dia 16, uma empresa particular que faz higienização de ambientes, inclusive hospitalar, vai complementar a limpeza preventiva na escola Halina Baldon. “Estamos com todos os procedimentos necessários para que nossos alunos tenham bem estar. Uma nutricionista foi contratada para colaborar com a rede, orientando novas formas de manuseio de utensílios e da própria manipulação dos alimentos. Além disso, estamos utilizando materiais indicados para serem usados na rotina da escola como lençol descartável nos berçários, álcool gel e 70, hipoclorídrico, luvas e toucas para as atendentes na hora da refeição”, reforçou a secretária de Educação.   EXAMES – De acordo com o médico Farhat, o exame não é realizado em consultas de rotina devido o seu alto custo e por ser necessário um laboratório de referência, já que o exame, para se obter o resultado não é tão simples. Mesmo assim, as crianças da rede municipal que apresentarem os sintomas serão encaminhadas para o exame, se necessário. O importante é que o responsável, assim que perceber, leve a criança até o posto de saúde ou a Santa Casa e informe sobre o ocorrido.   OUTROS CASOS – Além da Halina Buba Baldon, as escolas Adriana Daniel, Maria Angelina e Antonio Carlos Pinto tiveram casos de vômitos e diarreia. Nestes locais, ao total, 14 crianças, uma funcionária e uma professora estão com os sintomas, mas sem o diagnóstico final de rotavírus.   PREVENÇÃO – Para garantir a não contaminação novamente, o médico Farhat orienta que é muito importante algumas ações. “Higienizar muito bem as mãos após usar o banheiro, não comer alimentos fora da validade, não deixar muito tempo alimentos fora da geladeira, lavar muito bem alimentos que serão consumidos crus como verduras e legumes (usar hipoclorito com água ou vinagre nesta higienização) e não guardar os ovos na porta da geladeira”. O médico também informou não dar nenhum tipo de medicação para cortar a diarreia, já que ela é o reflexo do corpo na expulsão dos agentes causadores do vírus. “Neste caso, o importante é hidratar, fazer reposição nutricional, reposição da flora bacteriana e utilizar antiflatulentos e antitérmicos, se necessários, mas sempre com acompanhamento médico, já que este tratamento é sintomático”, destacou.    
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