Cerimônia de Nove de Julho em São Pedro tem desfile, entrega de medalhas, diplomas e homenagem

[caption id="attachment_6980" align="alignnone" width="300"]DSC_1013 Jairo Marin ficou emocionado ao lembrar de fatos da Revolução de 32[/caption] [caption id="attachment_6981" align="alignnone" width="300"]DSC_1078 Familiares dos ex-combatentes homenageados[/caption] [caption id="attachment_6983" align="alignnone" width="300"]DSC_0918 Vencedores do concurso de Redação[/caption] [caption id="attachment_6982" align="alignnone" width="300"]DSC_1179 Homenagem no jazigo de José Augusto Frota Escobar[/caption] DSC_0909 DSC_0906 DSC_0869 DSC_0839 DSC_0825 DSC_0761 DSC_0766     Um desfile de integrantes da 3ª Companhia da Polícia Militar, dos atiradores do Tiro de Guerra de São Pedro e do Grupo de Escoteiros Japopici, acompanhados pela Corporação Musical União Charqueadense, deu início nesta quinta-feira à solenidade preparada pela Prefeitura de São Pedro e a Sociedade de Veteranos de 32 – MMDC em homenagem aos combatentes de 9 de julho, data em que se celebra a Revolução e o Soldado Constitucionalista. O grupo, acompanhado por autoridades e populares, saiu da praça Adolpho Bonifácio Bragaia, que abriga monumento dedicado aos revolucionários, e se dirigiu ao Museu Gustavo Teixeira, local em que foi realizada a cerimônia acompanhada por vários familiares de ex-combatentes. O 83º aniversário da Revolução Constitucionalista foi lembrado na solenidade, especialmente a participação de 29 são-pedrenses e outras 9 pessoas que se alistaram na cidade para participar do chamado levante revolucionário paulista, que defendia novas eleições para presidente e uma nova Constituição para o país. Uma das novidades do evento deste ano foi o 1º Concurso de Redação sobre a Revolução Constitucionalista, que teve a participação de aproximadamente 300 alunos dos quartos anos de 10 escolas municipais. Os vencedores do concurso – Mayara Viciano, da Escola Ricarda de Paiva Lima Berzin, Giovanni Fracassi Adorno, da Escola Joaquim Norberto de Toledo e Guilherme Henrique Procópio Campos, da Escola Maria de Fátima Amaral – leram os textos produzidos na cerimônia. Três homenageados receberam a Medalha 9 de Julho pelos serviços prestados à cidade e à memória do Movimento Revolucionário de 1932 – o Capitão Marcelo Caron, comandante da Polícia Militar de São Pedro; o subtenente Vagner de Lima, Chefe de Instrução do TG 02-091 de São Pedro; e a secretária de Turismo, Cultura, Esportes e Lazer, Clarissa Quiararia. Houve também a entrega do diploma José Augusto de Frota Escobar, herói são-pedrense que morreu no combate. Receberam a homenagem José Flávio Celestino, primo em segundo grau de Escobar, Romeu Giovanoni, Jairo Marin, Mariana Zini, Ivone Miranda, Celso de Souza Barros, a secretária de Educação, Cleia Rivero, e o cabo da PM Marco Antonio Zaghi. Também houve entrega do certificado de gratidão do povo são-pedrense a todos os familiares de ex-combatentes. EMOÇÃO - Aos 90 anos, Jairo Marin fez um relato emocionado sobre a chegada do corpo de José Augusto Frota Escobar à cidade, em 1932. “Eu tinha 7 anos, mas me lembro que a cidade toda, que na época era pequena, participou do velório. Foi uma grande comoção quando o corpo foi levado da matriz até o cemitério, com o sino tocando. Até hoje me emociono, todos sofremos muito”, relatou. João Francisco de Aguiar, são-pedrense e coordenador da realização do evento e do núcleo de São Pedro da Sociedade de Veteranos de 32 – MMDC, destacou a cooperação da Prefeitura de São Pedro na restauração da solenidade que acontece pelo segundo ano consecutivo. “É preciso resgatar os valores de 32, levar esta aspiração legítima do povo paulista aos jovens e a todo o povo”, disse. Para o prefeito Helinho Zanatta, São Paulo, como mostra a bandeira do Estado, sempre foi a favor do país. “As homenagens lembram a nossa história, o momento em que o povo paulista se uniu para exigir direitos. É um orgulho fazer parte desta história e é preciso incentivar os jovens a também conhecer estas ações de vanguarda a favor do país”, disse. MATRACA – A coordenadora de Cultura, Sandra Golinelli, recebeu oficialmente uma réplica da matraca doada ao Museu Gustavo Teixeira. Usado pelos revolucionários, o equipamento era utilizado para simular o uso de armamento mais pesado, já que os paulistas dispunham de poucos recursos materiais na batalha que durou aproximadamente três meses. O público que acompanhou a solenidade também pode conferir uma exposição de objetos e trajes emprestados pelos familiares dos combatentes são-pedrenses. Fotos, correspondências e até um pedaço do tecido usado para confecção de barraca pelos combatentes estão expostos. Outro material que pode ser conferido no Museu são duas redações selecionadas de cada uma das 10 escolas participantes do concurso. GERAÇÕES - O público que acompanhou o evento era formado por várias gerações. A Revolução de 32 despertou interesse de muitas pessoas “experientes” que não esconderam emoção ao lembrar de parentes de alguma forma contribuíram para o acontecimento histórico e também de crianças como Alexia Ferreira de Oliveira, de 8 anos, estudante da Escola Joaquim Norberto. “Achei muito legal”, disse sobre o evento. Após a cerimônia, autoridades e familiares prestaram homenagem no jazigo do herói revolucionário são-pedrense José Augusto Frota Escobar.
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