Caminhada faz conscientização sobre o autismo

Aproximadamente 250 estudantes participaram do evento que tem como objetivo celebrar o Dia Internacional da Conscientização do Autismo

Com bexigas, cataventos, pompons e cartazes, estudantes de várias escolas e frequentadores da Apae participaram na sexta-feira de uma caminhada para celebrar o Dia Internacional da Conscientização do Autismo, comemorado oficialmente no dia 2 de abril.  O evento, organizado pela Prefeitura de São Pedro, por meio do Atendimento Educacional Especializado, departamento da Secretaria Municipal de Educação, saiu do espaço da Feira do Produtor, percorreu as ruas Veríssimo Prado e Malaquias Guerra até alcançar a praça da matriz.

Os estudantes usaram também peças azuis para destacar o evento. Nos cartazes, ações destacavam a importância da inclusão e o combate ao preconceito. “Autismo não é contagioso, preconceito sim”, informava um deles. Pelo carro de som foram divulgados dados como o que indica que 1 em cada 68 crianças no mundo têm o transtorno, que o autismo afeta três áreas: comunicação, comportamento e socialização; que o autismo não é uma doença, mas um transtorno; que as pessoas com autismo não estão ausentes, elas apenas se comunicam de forma diferente, além de outras informações que ajudam a conscientizar sobre o transtorno.

Participaram estudantes das escolas municipais Abdala Rahal Farhat Neto, Ricarda de Paiva Lima Berzin, Benedito Modesto de Paula, Guido Dante, Joaquim Norberto de Toledo, Maria de Fátima do Amaral, Gustavo Teixeira, Iracy Bertochi e Ondina Mendes Parreira, da Apae, que também foram acompanhados dos Atiradores do Tiro de Guerra e tiveram apoio de outros departamentos municipais, como a Coordenadoria de Trânsito, Guarda Civil Municipal e a Secretaria de Saúde. A secretária municipal de Educação, Cleia Rivero, também participou da caminhada.

Outra ação realizada para marcar a data é a iluminação especial da imagem do Cristo localizada no parque no alto da serra, que está com lâmpadas na cor azul.

O autismo é uma desordem neurológica que compromete o desenvolvimento. As pessoas não devem sentir pena e para ajudar é preciso aceitar o autista como ele é. O autista tem dificuldades em entender regras, em ficar em ambientes barulhentos e algumas vezes, em se comunicar.

INCLUSÃO – Há hoje matriculados na rede municipal de ensino 13 alunos com autismo – 3 na educação infantil e 10 no ensino fundamental. Eles integram o programa de inclusão da Secretaria de Educação que atende 85 alunos com laudos médicos.

Para a supervisora de ensino responsável pelos projetos de inclusão, Fátima Martins Giacomeli, atividades como esta, além das desenvolvidas ao longo da semana em todas as unidades municipais, ajudam a abordar o tema de forma inclusiva e colaboram para construção da autonomia e independência de todos os alunos que participam do programa.

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